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O que é a medicina nuclear?

O que é a medicina nuclear?

  • 21 de abril de 2022
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A medicina nuclear é a área da medicina que tem o potencial de diagnosticar e fazer o tratamento de doenças com taxas de eficácia cada vez maiores. Algumas doenças já têm até mesmo como tratamento-padrão o uso de radioisótopos.

Apesar de ainda não ser muito comum e ter concentração somente nos grandes centros urbanos, esta especialidade vem crescendo de forma rápida em todo território Brasileiro, prometendo um tratamento adequado e cada vez mais acessível.

A medicina nuclear se baseia na administração, ao paciente, de pouca quantidade de materiais radioativos. Ou seja, eles são unidos a moléculas carreadoras específicas para a região do corpo que será tratada e analisada. Assim, estes materiais serão metabolizados e emitirão radiação detectada por aparelhos específicos.

Essa especialidade permite o imageamento funcional dos órgãos e tecidos humanos, geralmente por possibilitar se fazer a detecção de algumas alterações não necessariamente associadas a achados anatômicos estruturais.

Além de ser uma técnica diagnóstica de boa qualidade, a especialidade da medicina nuclear é a estrutura para importantes métodos terapêuticos, que já são usados há várias décadas em tratamentos de doenças como o câncer.

Todos os anos são feitas pesquisas novas que abrem portas de caminhos inovadores para o uso de radioisótopos no tratamento de um âmbito crescente em relação a problemas de saúde, provando que a medicina nuclear ainda está muito longe de seu potencial máximo de aplicação médica.

A precisão e eficácia com efeitos colaterais mínimos, são alguns dos pontos que fazem essa especialidade se diferenciar no tratamento de diferentes tipos de câncer.

A medicina nuclear é inovadora e está em rápido crescimento, sempre oferecendo novas alternativas de tratamento contra tumores, como: próstata, intestino, pâncreas e tireóide.
Outro diferencial da medicina nuclear é que ela pode avaliar a função de muitos órgãos, além disso pode realizar procedimentos não invasivos e mais seguros, tendo entre suas principais aplicações exames como cintilografia e tomografia por emissão de pósitrons.

Quais os principais exames utilizados pela medicina nuclear?

Cintilografia:
Este tipo de exame usa isótopos radioactivos para conseguir diagnosticar várias doenças. Por conta da administração desses medicamentos será possível entender como funcionam diferentes órgãos e sistemas do corpo. Além disso, é possível detectar e tratar alguns tipos de tumores.

Tomografia por emissão de pósitrons (PET/CT):
Este exame consegue avaliar órgãos, tecidos e principalmente os tumores malignos.

Existem também alguns outros exames que também podem ser solicitados na medicina nuclear, como por exemplo:

– Cintilografia óssea
– Gamagrafia com gálio
– Gamagrafia de tireoide

Mitos e verdades sobre a medicina nuclear:
Muitas pessoas ainda têm receio de fazer os exames e procedimentos de medicina nuclear, principalmente pelo fato de envolverem o uso de radiação. Porém, não há com o que se preocupar, separamos alguns mitos comuns sobre medicina nuclear, confira:

A medicina nuclear é perigosa para o organismo?
Falso! Afinal, nesses exames não há uma exposição a grandes quantidades de radiação. É usada somente a quantidade de radiação necessária para análise médica ou tratamento.

Quem faz exames ou tratamentos na medicina nuclear pode colocar em risco a saúde?
Falso! Esses exames contém doses controladas, baixas e não-contínuas, o tipo de radiação utilizada é a gama – y que é facilmente liberada pelo próprio organismo, de forma natural.

Medicina nuclear e Radiologia são a mesma especialidade?
Falso! Apesar das duas especialidades estarem presentes no diagnóstico por imagem, elas não são consideradas a mesma especialidade.

A medicina nuclear é utilizada sobretudo no campo do diagnóstico?
Verdade! Pode-se dizer que a capacidade de diagnósticos funcionais é um dos principais pontos da especialidade. Dentre os exames disponíveis estão análises do funcionamento do cérebro, coração, rins, tireoide, fígado e pulmões.

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