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Alergia a semen: quais os sintomas e tratamentos?

Alergia a semen: quais os sintomas e tratamentos?

  • 5 de julho de 2022
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Alergia a sêmen: quais os sintomas e tratamentos?

Hipersensibilidade ao sêmen, alergia à esperma, ou simplesmente alergia ao sexo, é uma rara reação alérgica que costuma surgir em mulheres e se desenvolvem após encontrar algumas proteínas presentes do sêmen.
Os sintomas da alergia a sêmen geralmente aparecem logo após um encontro sexual. Essas reações podem ser limitadas à região vaginal ou se estender por todo o corpo.

O fluido seminal, também conhecido como sêmen, é um líquido produzido pelas gônadas masculinas que contém espermatozóides e é ejaculado durante o ápice do prazer. A base do sêmem é o plasma seminal, um líquido rico em proteínas, enzimas, substâncias alcalinas e outras substâncias.

O que chamamos de alergia ao sêmen é, na verdade, uma alergia às proteínas que existem no plasma seminal.

Este tipo de hipersensibilidade ao plasma seminal é extremamente incomum; ocorre quase exclusivamente em mulheres e não é exclusivo de um parceiro. Uma mulher alérgica ao esperma desenvolve uma reação ao contato com qualquer plasma seminal e não precisa trocar de parceiro.

Quais são os principais sintomas da alergia ao sêmem?

Geralmente, os sintomas e sinais mais comuns dessa alergia aparece no local onde a pessoa teve contato direto com o sêmen e incluem :

Vermelhidão na pele ou mucosa ;
Coceira e/ou queimação intensas;
Inchaço da região.

Esses sintomas geralmente aparecem entre 10 e 30 minutos após o contato íntimo com a outra pessoa e podem durar várias horas ou dias.
Em algumas mulheres, uma alergia pode ser tão grave que causa outros sintomas que afetam todo o corpo, como manchas vermelhas na pele, sensação de bola na garganta e, até, dificuldade para respirar.

Apesar de sua raridade, esse tipo de alergia pode ocorrer em uma pessoa alérgica ao próprio corpo. Os sintomas são semelhantes aos da gripe, como febre, calafrios e exaustão, em geral surgem alguns minutos após a ejaculação.

Para fazer o diagnóstico correto é aconselhado consultar um ginecologista, no caso da mulher, ou um urologista, no caso do homem. O médico pode precisar fazer vários exames para confirmar o diagnóstico, uma vez que existem outras condições que provocam o mesmo tipo de sintomas, como candidíase ou vaginite, por exemplo.

Homens também podem ter alergia a esperma?
Felizmente, a doença é incomum: atinge cerca de 3% a 5% da população feminina. No entanto, os homens também podem ser afetados se o esperma entrar em contato com a pele ou mucosa, ou se o esperma entrar em contato com o sangue (vasectomias, cirurgias testiculares, torção testicular, infecção ou mesmo trauma).

Nos homens, também podemos observar sintomas inespecíficos, como lesões na pele do pênis, sensação de enjoo, febre, coriza e cansaço após a ejaculação.

Como a alergia ao esperma é frequentemente diagnosticada erroneamente como inflamação ou infecção vaginal (candidíase, vaginites), é possível que seu risco seja ainda maior.

A condição afeta mulheres entre 20 e 30 anos, porém só há relatos de casos após a quinta década.

Como é feito o diagnóstico e tratamento?
Um exame de sangue para alergias é a melhor maneira de diagnosticar essa condição. Existem dois tratamentos que foram recomendados por especialistas.
Uma delas é a realização de um teste de sensibilidade do parceiro ao sêmen, no qual uma pequena amostra do sêmen do parceiro é coletada e enviada para um laboratório encarregado de produzir uma preparação líquida. O(a) parceiro(a) consome algumas gotas do preparo durante um certo período de tempo, e aos poucos, o organismo torna-se imune a esse tipo de alergia.

Outras formas são para casos mais leves, que podem ser tratados com o uso de um antialérgicos. Os antialérgicos em forma de pílula ou spray que também podem ser usados ​​por um indivíduo alérgico para evitar que ocorra uma reação alérgica durante um encontro sexual; no entanto, a alergia se manifestará posteriormente.

Por isso, por enquanto, a melhor solução é usar preservativos.

Busque sempre a ajuda de profissionais qualificados e eficazes que vão estar prontos e dispostos para te ajudar, conte com a Unicallmed para te ajudar!

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1 comentário

  • Avatar of Natalia
     3 meses ago

    Se eu não transar não tenho problema algum, mas se tiver uma relação desprotegida desenvolvo uma cândida insuportável no dia seguinte. Quando jovem mencionei ao meu ginecologista que só poderia ser alérgica a esperma porque não tinha condições e ele riu,disse que isso não existia e sofro até o longo de minha vida assim .

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