Busca avançada
  1. Home
  2. O escurecimento vaginal pode estar ligado ao hipotireoidismo?
O escurecimento vaginal pode estar ligado ao hipotireoidismo?

O escurecimento vaginal pode estar ligado ao hipotireoidismo?

  • 29 de junho de 2022
  • 0 Curtidas
  • 559 visualizações
  • 0 Comentários

O que é o hipotireoidismo?

A glândula tireoide está envolvida no regulamento de muitas funções do nosso corpo. Entre esses estão o metabolismo, crescimento e temperatura corporal.

Porém, pessoas com hipotireoidismo não produzem a quantidade de hormônios suficientes e demonstram um aumento no cansaço, peso, pele seca, menstruação irregular fluxo menstrual intenso, sensibilidade ao frio, edema, cabelo seco, cabelo ralo, constipação, dificuldade para engravidar, dificuldade para gestar e crescimento anormal da tireóide.

O escurecimento vaginal pode estar ligado ao hipotireoidismo?

Não! O escurecimento da região íntima geralmente está associada à resistência insulínica, infecções como micoses, candidíase e tinea cruris. A dermatite de contato pelo uso de roupa íntima e absorventes também pode alterar as características da pele genital.

Além da redução do estrógeno presente no período da menopausa, trauma com a depilação, doenças de pele como líquen, vitiligo e psoríase que também podem alterar a coloração da pele. Na gestação pode ocorrer o escurecimento da pele da região genital. Existem tratamentos para clareamento da pele na região.

Porém se você não apresenta nenhum dos sintomas citados acima, converse com o seu médico e esclareça as suas dúvidas.

O hipotireoidismo e a saúde da mulher:
O T4 é responsável pelo equilíbrio do metabolismo, quando em excesso, é chamado de hipertireoidismo e acelera o trabalho de todas as células do corpo.

Porém, o contrário é chamado de hipotireoidismo e torna o metabolismo extremamente lento. O hipotireoidismo pode se apresentar de duas formas:

Hipotireoidismo instalado: com níveis hormonais baixos e sintomas evidentes, como ganho de peso, redução do apetite, fadiga, dores musculares, constipação, alteração do fluxo menstrual e excesso de prolactina, hormônio responsável pela produção de leite após o parto e que, fora de seu contexto correto, impede a ovulação e pode atrapalhar a fertilidade.

Hipotireoidismo subclínico: neste caso as alterações são imperceptíveis e os sintomas são discretos, como a dificuldade para perder peso e engravidar, abortos espontâneos e alterações na formação do endométrio, por exemplo.

Como é mais comum a mulher ter problemas de tiróide do que os homens, a partir da meia-idade, há a recomendação para que passe a acompanhar o desempenho da glândula, por meio de exames. No caso de haver hipotireoidismo na família, o acompanhamento deve começar ainda mais cedo.

Para identificar doenças de tireoide são realizados exames de sangue e imagem, como a ultrassom que permite revelar a presença de nódulos e avaliar suas características.

Como é realizado o tratamento do hipotireoidismo?

Os procedimentos mais comuns para tratar a hipotireoidismo, podem ser desde medicamentos até cirúrgicos para a extração da glândula.

Como o hipotireoidismo afeta a menstruação?
Mulheres que sofrem de hipotireoidismo, podem ter uma menstruação mais abundante e com mais cólicas. Estas alterações menstruais podem acontecer porque os hormônios da tireoide influenciam diretamente os ovários, causando irregularidades menstruais.

Quando a tireóide da mulher produz menos hormônios do que deveria, o que pode acontecer é:

A primeira menstruação vem antes dos 10 anos de idade: isso acontece porque o TSH aumentado tem um pequeno efeito semelhante aos hormônios FSH e LH, que são responsáveis por regular a menstruação.;

Menstruação antecipada: em mulher que tinha um ciclo de 30 dias, pode passar a ter de 24 dias ou a menstruação chegar fora de hora;

Aumento do fluxo menstrual: quando isso acontece, é chamada de menorragia, e faz necessária a troca de absorvente mais vezes ao longo do dia e, além disso, do número de dias da menstruação aumentar significativamente;

Cólicas menstruais mais intensas: chamadas de dismenorreia, causa dor pélvica, dor de cabeça e mal-estar, podendo ser até mesmo necessário o uso de analgésicos para o alívio da dor.

Busque sempre a ajuda de profissionais qualificados e eficazes que vão estar prontos e dispostos para te ajudar, conte com a Unicallmed para te ajudar!

Deixe o seu comentário