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Hematomas subgaleais: o que são?

Hematomas subgaleais: o que são?

  • 19 de julho de 2022
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Os chamados hematomas subgaleais são na verdade a coleção sanguínea de uma pessoa, após um episódio de ruptura, rachadura, ou fissura de algum vaso sanguíneo, que por sua vez ocupa um novo espaço, espaço esse que foi criado pelo descolamento da aponeurose epicraniana, que é também conhecida como gálea aponeurótica.

A palavra subgaleal é derivada de “galha”.

A palavra subgaleal não tem relação com a palavra “galo”, que popularmente denomina uma bossa, que é um dos tipos de edema subgaleal, mas não tem presença de sangue, razão pela qual é absorvido de forma rápida, ao passo que os hematomas são absorvidos com processos um pouco mais demorados.

O hematoma subgaleal, da mesma forma que como a bossa (“ou galo”), ocorre no espaço entre o pericrânio e a fáscia superficial, que é a região onde está o tecido celular solto, o que por sua vez pode predispor ao descolamento e formação de coleções.

Como surgem os hematomas subgaleais?

Como foi visto acima, os hematomas subgaleais são patologias, que embora sejam raras, geralmente podem surgir e se resolvem de forma espontaneamente. No caso dos recém-nascidos, o desenvolvimento de hematomas subgaleais pode estar associado à distocia, e em casos de bebês ou crianças um pouco mais velhas, pode estar ligado com um historial de trauma, mesmo que de forma trivial, que pode passar despercebido.

Existe também um pequeno grupo onde não há historial de traumas ou de outros fatores como discrasias sanguíneas, esse grupo é constituído principalmente por bebês.

Hematomas subgaleais em bebê:

O nosso objetivo aqui é mostrar uma série de casos de hematomas sub gatídeos espontâneos que se desenvolvem em bebês, devido à sua infrequência, dificuldade de diagnosticar e diferenças, que vão de acordo com o tipo neonatal.

São apresentados quatro bebês, de idades entre quatro e doze meses de idade, com um diagnóstico de hematoma subgaleal espontâneo (não diretamente relacionado a traumas anteriores), de gravidade variável e atendidos no pronto-socorro. Todos eles foram submetidos a uma avaliação diagnóstica com o objetivo de confirmar o hematoma e descartar a possibilidade de haver algum distúrbio de coagulação, associado ou semelhante.

Em todos os casos foram apresentados uma evolução clínica autolimitada e sem complicações. Os hematomas subgaleais espontâneos em bebês geralmente são benignos, embora seja de fundamental importância descartar a possibilidade de discrasias sanguíneas. Nestas, os distúrbios plaquetários geralmente não são considerados e devem ser estudados.

Seu manejo é conservador e serão reabsorvidos por conta própria em algumas semanas. Por conta disso, deve ser estabelecida a causa dos hematomas subgaleais em crianças pequenas e, deve-se considerar seu possível aparecimento e avaliar se foi de forma espontânea ou devido a discrasias sanguíneas.

O hematoma subgaleal tem um tempo de evolução que vai de um até três semanas.

Outra lesão que é bastante conhecida é o Hematoma subdural agudo: O hematoma subdural (HSD) agudo traumático está classificado entre as lesões mais letais causadas pelo TCE e ocorre em 10 a 20% dos traumas graves.

O aspecto clássico do HSD agudo é de uma coleção extra-axial com morfologia em crescente, homogeneamente hiperatenuante, que se localiza na convexidade do hemisfério afetado. Quando os HSD agudos são heterogêneos, podem conter sangue não coagulado, líquor (se houver laceração da aracnóide), ou líquido seroso que é eliminado da retração do coágulo. Nos estudos de TC, podem ser isodensos em estados anêmicos (Hb menor que 10g/dl) ou quando misturados ao líquor.

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