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Anestesia: quais os tipos, riscos e quanto tempo dura?

Anestesia: quais os tipos, riscos e quanto tempo dura?

  • 16 de setembro de 2022
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O que é anestesia?

Anestesia é o estado de total ausência de dor durante uma operação, um exame diagnóstico, um curativo. Ela pode ser geral, isto é, para o corpo todo; ou parcial, também chamada regional, quando apenas uma região do corpo é anestesiada. Sob o efeito de uma geral, você ficará dormindo; já numa regional você poderá ficar dormindo ou acordado, conforme a conveniência do caso.

Em ambas as situações, o anestesista vigiará as funções de seus órgãos vitais durante o tempo que se fizer necessário, e providenciará para que seu organismo reaja com segurança a um exame ou a uma cirurgia.

Quais os tipos?

Existem basicamente quatro tipos: local, plexular, geral e os bloqueios espinhais. Veja quando e onde são utilizadas cada uma delas:

Anestesia local:
A anestesia local, muito comum em cirurgias mais superficiais, como na remoção de sinais da pele, age somente na região aplicada, – única que não possui efeito no sistema nervoso central – com duração de 1 a 2 horas e o paciente mantém total nível de consciência.

Anestesia plexular:
A anestesia plexular é realizada nos plexos nervosos e serve para a realização de cirurgias nos membros, como braços e pernas, pois anestesiam somente essas partes. Ela tem duração de 3 a 6 horas.

Anestesia geral:
A anestesia geral é utilizada em cirurgias onde há necessidade de se manter o paciente em estágio de inconsciência, relaxamento muscular e analgesia. Pode ser venosa, inalatória ou combinada, depende de cada caso.

Anestesias espinhais:
As anestesias espinhais são divididas basicamente em duas: raquidiana e peridural, podendo ser combinadas, raqui-peridural. Em ambos os casos é realizada a injeção de soluções anestésicas, combinadas ou não com opióides, no neuro-eixo, produzindo anestesia em apenas alguns segmentos do corpo.

Quais os riscos?

Embora seja um procedimento bastante seguro, poderá ter alguns riscos associados dependentes de alguns fatores, como o tipo de cirurgia e da condição médica da pessoa. Os efeitos colaterais mais comuns são enjoo, vômitos, dor de cabeça e alergias ao medicamento anestésico.

Em casos mais graves, podem ocorrer complicações como parada da respiração, parada cardíaca ou mesmo sequelas neurológicas em pessoas com saúde mais debilitada devido a desnutrição, problemas cardíacos, pulmonares ou renais, por exemplo. Embora seja muito raro, pode acontecer que tenha um efeito parcial, como tirar a consciência mas permitir que a pessoa se mova ou a pessoa não se conseguir mover mas sentir os acontecimentos à sua volta.

A local, quando usada corretamente é segura e quase não apresenta efeitos secundários, no entanto, em doses elevadas pode ter efeitos tóxicos, podendo afetar o coração e a respiração ou comprometer a função cerebral, já que doses elevadas podem atingir a corrente sanguínea. Embora sejam raras, podem ocorrer reações alérgicas, dificuldades respiratórias, alteração do ritmo cardíaco, enjoo, vômitos, delírio, sudação e infecção no local de injeção.

Conheça alguns mitos e verdades relacionados à anestesia:

Sedação e anestesia são a mesma coisa?

Mito. A sedação é uma técnica realizada com o uso de fármacos com potencial tranquilizante, provocando um estado de sonolência, e assim, permitindo a realização de procedimentos mais invasivos. O paciente mantém a capacidade de respirar sozinho e é despertado rapidamente. No caso da anestesia geral, a pessoa é levada a um estado de total inconsciência, ficando até incapaz de respirar espontaneamente, sendo necessário o uso de um ventilador.

A anestesia geral é perigosa e os medicamentos anestésicos não são seguros?

Mito. Embora muitas pessoas acreditem nisso e por isso tenham muito medo da anestesia geral, não se trata de um procedimento perigoso. Inclusive, a anestesiologia é considerada uma das especialidades médicas mais seguras.

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