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Bartolinite: descubra o que é e o tempo de cura.

Bartolinite: descubra o que é e o tempo de cura.

  • 27 de junho de 2022
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O que é a Bartolinite?

Várias mulheres sofrem com a falta de lubrificação vaginal, e isso pode acontecer em diferentes fases da vida. Mas, o que muitas pessoas não sabem é que isso pode ser algo um pouco mais sério, uma enfermidade chamada de Bartolinite.

A bartolinite é originada por pequenos cistos, e a infecção afeta as glândulas de Bartholin, que são as glândulas responsáveis por lubrificar a vulva, principalmente no ato sexual.

Antes de tudo você precisa entender um pouco mais sobre a região afetada por essa patologia. Dessa forma, vai ser mais fácil entender como funciona essa doença.

Glândulas de Bartholin: o que são e onde se localizam?

Essas são duas glândulas que ficam localizadas na vulva, uma em cada lado da cavidade vaginal. Como vimos acima, essas glândulas têm a finalidade de produzir o fluido lubrificante da vagina.

Cada ducto presente nela possui cerca de 2,5 cm de comprimento e se responsabiliza pela função de transportar o líquido umidificador. Já os seus orifícios de saída possuem 0,5 cm de diâmetro. Assim, quando se está em condições normais,ou favoráveis as glândulas de Bartholin são pequenas e não são visíveis e nem palpáveis.

Porém, quando existe alguma obstrução de um dos canais que drenam essas glândulas, o fluido irá continuar no ducto, formando um cisto. Esses cistos são comuns, mas podem aderir a uma infecção e dessa forma resultar na bartolinite.

Qual é a causa da bartolinite?

Em síntese, a bartolinite, também pode ser conhecida como abscesso de Bartholin, ela é a inflamação das glândulas que foram citadas acima. E como citado acima, a doença pode começar por meio de um pequeno cisto, que por sua vez vai obstruir o canal que transporta o fluido lubrificante.

Mas a infecção, de fato, ocorre quando o líquido fica preso no ducto. Isso acontece pelo fato da fricção que o local pode receber, é contaminado com bactérias, que se fazem presentes no intestino e são as causadoras de quadros de infecção urinária. Além disso, outras bactérias, como estafilococos e estreptococos, também podem fazer com que a doença se torne presente.

Além disso, os microorganismos que provocam a gonorreia, a clamídia, e as doenças sexualmente transmissíveis, também são agentes que se responsabilizam pela formação de um abscesso. Estão associados ao surgimento da infecção também os maus hábitos de higiene pessoal da região vaginal.

Quais os principais sintomas da Bartolinite?

Os cistos que se formam na glândula de Bartholin, na maioria das vezes, não provocam dor, causando apenas o inchaço no local. Entretanto, quando o quadro se torna grave e surge a bartolinite, alguns sinais e sintomas se tornam presentes. Por isso, é muito importante ficar atento!

Separamos para você, alguns dos principais sintomas da bartolinite, confira abaixo:

  • Dores constantes
  • Inchaço
  • Vermelhidão
  • Edemas
  • Formação de pus
  • Calor no local afetado.

Essa doença acaba criando dificuldade até mesmo no simples ato de andar, sentar e, obviamente, no momento das relações sexuais.

Além desses sintomas citados acima, algumas mulheres também podem apresentar alguns outros, como quadro de febre, porém, esse sintoma nem sempre ocorre.

Qual o diagnóstico e os tratamentos para a bartolinite?
O diagnóstico da bartolinite é feito clinicamente. Isso quer dizer que, o médico especialista reconhece a bartolinite por fazer alguns exames físicos, onde vai ser possível identificar a infecção, além do aumento do volume das glândulas.

Após ter tido a confirmação da doença, existem várias formas de tratamento, cada uma recomendada de acordo com o avanço da infecção. Separamos três alternativas para o tratamento da bartolinite, confira:

Banhos de assento:
É indicada para casos onde o abscesso ainda é pequeno e causa pouca dor. Deve ter duração média de 15 minutos, e pode ser feito de 3 a 4 vezes por dia.

Drenagem cirúrgica:
Essa intervenção acontece de forma simples, de modo que é realizada uma incisão na lesão, com a paciente sob anestesia local.

Antibióticos:
Essa opção é indicada para pacientes que apresentarem febre, bem como quando a drenagem não ocorrer de forma efetiva.

É importante lembrar que o quadro deve ser avaliado por um médico especialista, que após a consulta indicará o melhor tratamento.

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