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Braquidactilia: saiba mais sobre essa doença degenerativa.

Braquidactilia: saiba mais sobre essa doença degenerativa.

  • 13 de julho de 2022
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Braquidactilia: saiba mais sobre essa doença!

Braquidactilia é uma anomalia genética que leva ao encurtamento dos dedos das mãos. É uma condição congênita, ou seja, a pessoa já nasce com a braquidactilia — que não oferece nenhum risco à saúde. Já é visível no nascimento, mas ela vai perpetuando e ficando mais nítida com o desenvolvimento do corpo porque os outros ossos vão crescendo naturalmente, e aquele osso específico não. A diferença vai ficando mais evidente.

Normalmente, essa anomalia pode ocorrer apenas em um dedo das mãos, sendo que geralmente ocorre no polegar ou no dedo mínimo. Essa doença pode ocorrer como uma má formação separada ou como parte de outras síndromes. Pode ainda ser acompanhada por outras malformações, como a polidactilia, e sindactilia, defeitos de redução ou sinfalangismo.

No pé, por exemplo, este encurtamento pode atingir os ossos da região do metatarso (região do “meio” do pé) que, segundo sanhudo, é o mais comum, ou também os ossos da falange (área “acima” dos metatarsos), que deixa o dedo com uma aparência menor.

Tanto nas mãos quanto nos pés, os dedos podem desviar-se para os lados — isso pode causar um incômodo principalmente na hora de calçar um sapato. Em casos mais raros, quando acompanhada de outras síndromes, os dedos podem nascer menores e grudados. Mas de uma forma geral, essa malformação congênita não traz prejuízos funcionais nos membros. O que costuma acontecer, segundo os especialistas, é uma queixa dos pacientes em relação à estética.

Os vários tipos de braquidactilia isolada são raros, exceto os tipos A3 e D. Até o momento, foram identificadas muitas formas diferentes de braquidactilia, algumas associadas a baixa estatura. A braquidactilia isolada pode estar associada a outras anomalias sutis. A braquidactilia pode também ser acompanhada por outras malformações das mãos, como sindactilia, polidactilia, redução de membros ou sinfalangismo.

Ac braquidactilia pode ser dividida também em:
Grupo I: defeito de formação de partes – defeito transverso;
Grupo V: hipoplasia;
Grupo VI: anéis de constrição. Dedos que foram normalmente desenvolvidos e foram amputados por anéis de constrição.

Além disso, os grupos I e VI, tem 4 características em comum:
Não são hereditárias;
Não ocorre dano sensitivo;
Os dedos centrais são mais comumente lesados;
O polegar é menos acometido.

Como é realizado o diagnóstico da braquidactilia?

O diagnóstico é clínico, antropométrico e radiológico. O diagnóstico pré-natal normalmente não é indicado para as formas isoladas de braquidactilia, mas pode ser apropriado nas formas sindrômicas. Os estudos moleculares de amostras de vilosidades coriónicas colhidas na 11ª semana de gestação e de amniocentese após a 14ª semana de gestação, podem permitir o diagnóstico pré-natal se a mutação na família for conhecida.

Como corrigir braquidactilia?
Normalmente os pacientes desejam o tratamento por motivos estéticos (devido à diferença de tamanho ou de desvio), funcionais (causados por desvios rotacionais e ambulatórios) ou dolorosos.

Existe sim tratamento para braquidactilia. E, confirmado o diagnóstico, pôde-se lançar mão de algumas técnicas como alongamento ósseo, transplante de dedo, retalhos de avanço. É preciso fazer uma avaliação com um cirurgião de mão para uma avaliação adequada do caso.

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