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Queloide: Conheça os melhores tratamentos.

Queloide: Conheça os melhores tratamentos.

  • 16 de setembro de 2022
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O que é queloide?

Queloide ou cicatriz queloidiana é um calombo que aparece devido ao excesso de colágeno (proteína) resultante do processo de cicatrização exacerbada em uma ferida. Um queloide pode ser causado por diversos fatores, incluindo queimaduras, cortes provenientes de cirurgias, acne severa, furos nas orelhas, tatuagens, marcas de vacina e feridas traumáticas.

As feridas que cicatrizam corretamente, dificilmente se tornam um queloide , que aparece mais frequentemente em pessoas predispostas a essa condição, por exemplo, pacientes negros e orientais. Um queloide não apresenta outros sintomas, mas se manifesta em cicatrizes com relevo e muda a tonalidade da pele no local afetado para vermelho ou castanho. Em alguns casos, um queloide pode se transformar em um nódulo na pele.

Quais os tratamentos para queloide?

Pomadas:
As pomadas para cicatriz queloide são uma excelente opção de tratamento, pois ajudam a disfarçar a cicatriz, além de reduzir a dor, aliviar a coceira e o desconforto. Essas pomadas e cremes podem conter sulfato de cobre e zinco, fibrinolisina ou desoximetasona, por exemplo, e devem ser prescritas por um dermatologista.

Injeção de corticoide:
Os corticoides podem ser aplicados diretamente no tecido da cicatriz com o objetivo de diminuir a inflamação local e fazendo com que a cicatriz fique mais plana. Normalmente o dermatologista recomenda que a injeção de corticoide ocorra em 3 sessões com intervalo de 4 a 6 semanas entre cada uma.

Curativo de silicone:
O curativo de silicone é um curativo auto-aderente e impermeável que deve ser aplicado sobre o queloide durante 12 horas por um período de 3 meses. Esse curativo promove a diminuição da vermelhidão da pele e da altura da cicatriz. O curativo deve ser aplicado sob a pele limpa e seca para que haja melhora aderência. Além disso, pode ser utilizado durante as atividades diárias e cada unidade do curativo de silicone pode ser reutilizada por mais ou menos 7 dias.

Cirurgia:
A cirurgia é considerada a última opção para a remoção dos quelóides, isso porque há o risco da formação de novas cicatrizes ou até mesmo piorar a queloide já existente. Esse tipo de cirurgia só deve ser feita quando os tratamentos estéticos e recomendados pelo dermatologista não funcionam, como curativo de silicone e uso de pomadas, por exemplo

Crioterapia:
Caracteriza-se pelo congelamento do queloide com nitrogênio líquido. Estudos defendem a administração mensal de corticosteróides intralesionais, com ou sem crioterapia adjuvante, como opção de primeira linha para o tratamento de grandes queloides. O mecanismo consiste na lesão celular e microvascular que leva à necrose e consequente involução do mesmo, sem que o arcabouço seja afetado.

Essa técnica leva à modulação imunológica que induz a apoptose de células tumorais. Esses mecanismos dependem da taxa de congelamento, taxa de descongelamento, tipo de tecido e temperaturas mais baixas. A crioterapia intralesional é uma nova técnica de tratamento e utiliza uma agulha para produzir congelamento rápido do centro da cicatriz até as regiões mais superficiais. Essa técnica difere da terapia criogênica por contato, que só congela superficialmente e parcialmente a lesão.

Há possibilidade de aplicar a crioterapia intralesional através de sonda introduzida no interior do queloide, e tal procedimento permite intervir especificamente na derme, poupando a epiderme. Efeitos colaterais incluem bolhas, dor e hipo ou hiperpigmentação. Estudos demonstraram redução de volume de 67,4% nos quelóides após seis meses com apenas uma sessão de crioterapia intralesional, melhora na vermelhidão, ausência de hipopigmentação e recorrência.

São muitos os tratamentos disponíveis para queloides, sejam cirúrgicos ou não. A decisão da melhor terapia é individualizada e varia de acordo com o tamanho da lesão, e dos recursos disponíveis. Em lesões pequenas, as injeções intralesionais de corticosteroides apresentam bons resultados, associadas a outros métodos como os revestimentos com gel de silicone ou pressoterapia.

Quando as lesões têm dimensões maiores, a injeção de triancinolona em associação com crioterapia traz bons resultados.

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