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DIU: o que é e quais os tipos?

DIU: o que é e quais os tipos?

  • 16 de setembro de 2022
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O que é DIU?

O DIU (dispositivo intrauterino) é uma pequena estrutura que é colocada no interior da cavidade uterina através de um procedimento relativamente simples. Sua eficácia chega a 99%! Existem dois tipos: o de cobre e o de progesterona. O DIU de cobre não contém hormônios e funciona dificultando a fecundação e impedindo que o ovo se fixe. Ele normalmente está relacionado com o aumento da menstruação e cólicas.

Algumas vezes o fluxo se torna tão intenso que a paciente pode apresentar anemia. Já o DIU com progesterona, por possuir hormônios, diminui a cólica e o fluxo menstrual, além de atuar, assim como o de cobre, dificultando a fecundação e impedindo a fixação do ovo.

Quais os tipos de dispositivo intrauterino (DIU)?

DIU de cobre:
O DIU de Cobre não possui ação medicamentosa, ou seja, hormônios em sua composição. De forma simples, ele promove a diminuição da movimentação dos espermatozoides na cavidade uterina durante a relação sexual, impossibilitando o deslocamento até a trompa.

Este tipo costuma aumentar o fluxo menstrual podendo, também, intensificar as cólicas. Por outro lado, causa menos efeitos colaterais e é recomendado para mulheres que apresentam contraindicação ao hormônio progesterona. No mercado, existem diversos tipos e formatos de DIU de cobre. A escolha deve ser orientada por um médico após uma avaliação ginecológica.

DIU de prata:
Assim como o de Cobre, o de Prata não possui hormônios e tem como objetivo diminuir o fluxo menstrual excessivo, bem como os desconfortos durante o período menstrual; porém, ainda não há comprovação científica.

Em sua composição é possível encontrar uma associação entre cobre e prata. Este tipo apresenta eficácia por até 5 anos, podendo ser retirado conforme o desejo da paciente, em consultório médico.

DIU hormonal (mirena):
O levonorgestrel é um hormônio semelhante à progesterona. Ele é liberado no útero de forma que sua absorção é inferior aos outros anticoncepcionais hormonais. Cerca de 40% a 60% das mulheres ficam sem menstruar, além da diminuição considerável das cólicas. Além disso, por não possuir estrogênio na composição, ele reduz, consideravelmente, o risco de trombose.

O DIU hormonal possui eficácia de 99,7% e é indicado para mulheres portadoras de endometriose e com fluxo menstrual intenso. Apesar da baixa absorção hormonal, pode provocar dores nas mamas, acentuação da acne e ganho de peso.

Por isso, o procedimento para colocá-lo e retirá-lo (até 5 anos depois) precisa ser indicado e realizado por um profissional. O médico ginecologista deve colocar o dispositivo durante o período menstrual, sem anestesia. O procedimento dura, em média, meia hora e pode causar desconforto no momento da aplicação.

Após a colocação, a paciente pode relatar sangramento e cólicas. Caso os sintomas persistam por mais de 15 dias, é importante procurar um médico. Recomenda-se que, após um mês, a paciente realize uma ultrassonografia para avaliar sua posição e adaptação.

Mitos e verdades relacionados ao dispositivo intrauterino (DIU)!

É impossível engravidar com o DIU?

Mito. O dispositivo é sim extremamente eficaz, porém nenhum método contraceptivo atual oferece 100% de proteção. Ele de cobre oferece risco de gravidez de 0,8%, enquanto o  com hormônios oferece risco de 0,2%. Dessa forma, em raríssimos casos, pode haver sim uma gestação. Para fins de comparação, a pílula chega a ter 9% de risco.

Atrapalha a amamentação?

Mito. Mulheres que deram à luz há pouco tempo e que quiserem utilizá-lo podem colocá-lo sem ter problemas na hora de amamentar.

O DIU pode atrapalhar a relação sexual?

Mito. O DIU tem um fio muito fino para facilitar sua retirada quando chegar o momento, mas ele não atrapalha a relação sexual nem causa prejuízos ao prazer da mulher.

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