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Gonorréia: será que tem cura?

Gonorréia: será que tem cura?

  • 29 de junho de 2022
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O que é gonorréia?

A gonorreia é uma doença infecciosa e sexualmente transmissível. Ela é causada pela bactéria Neisseria Gonorrhoeae que infecta o revestimento da uretra, do colo do útero, do reto e da garganta ou das membranas que cobrem a parte frontal do olho.

Em geral a gonorreia é transmitida através do contato sexual vaginal, oral ou anal. Pessoas infectadas apresentam sintomas como: secreção saindo do pênis ou da vagina e podem precisar urinar com mais frequência e urgência.

Quais os sintomas da gonorreia?

Muitas mulheres podem ter a doença sem apresentarem sintomas. Porém, é comum que os sintomas apareçam dez dias após o contato sexual desprotegido.

Entre os sintomas mais comuns em mulheres estão: dores na região inferior do abdome, hemorragia e dor ao urinar.

Mulheres grávidas correm o risco de infectar o seu bebê, e no momento do parto, a criança apresentar danos oculares. Além disso, a gonorreia pode aumentar o risco de prematuridade.

Em geral, os bebês infectados apresentam sintomas semelhantes a uma conjuntivite: olhos vermelhos e inchaço das pálpebras, que surgem entre dois a quatro dias após o nascimento.

Já nos homens, os sintomas podem ser: inflamação, incômodo ao urinar, secreção com pus e ínguas na região da virilha podem aparecer.

Mas a gonorreia pode surgir em outras partes do corpo também, por exemplo:

Ânus: os sintomas comuns da gonorreia na região anal são coceira, secreção de pus e sangramentos;

Olhos: dor, sensibilidade à luz e secreção de pus em um ou nos dois olhos;

Garganta: dor e dificuldade em engolir, presença de placas amareladas na garganta;

Articulações: se a bactéria afetar alguma articulação do corpo, esta poderá ficar quente, avermelhada, inchada e muito dolorida.

Quais são os fatores de risco para a gonorréia?

Alguns fatores são considerados riscos, pois podem facilitar a contaminação com a bactéria causadora da gonorreia. Eles são:

  • Pouca idade;
  • Uso abusivo de álcool.
  • Vários parceiros sexuais;
  • Não usar preservativo durante o ato sexual;
  • Ter um parceiro com histórico de qualquer infecção sexualmente transmissível;

Como é realizado o tratamento da gonorréia?

O tratamento é realizado com antibióticos indicados pelo médico. No entanto, algumas pessoas podem desenvolver resistência aos antibióticos e não responder corretamente ao tratamento.

É importante lembrar também que caso a gonorreia não seja tratada corretamente há risco do desenvolvimento de complicações, como a infertilidade e a doença inflamatória pélvica.

Qual o tratamento para bebês com gonorreia?
Em caso de bebês, é aplicado um medicamento nos olhos do recém-nascido imediatamente após o parto para evitar infecção. Se ainda assim o bebê desenvolver a infecção, poderá ser tratado com antibióticos também.

Como é feito o diagnóstico da gonorréia?
O diagnóstico da gonorreia é feito através da observação de uma amostra de secreção, um método muito sensível chamado de coloração de Gram.

Entre os métodos diagnósticos disponíveis, estão: microscopia, cultura e NAAT. O único método que permite a realização do teste de susceptibilidade antimicrobiana é a cultura, portanto, trata-se de um teste que deve ser realizado a fim de identificar o melhor tratamento.

Os exames de coloração de Gram usados para diagnosticar a gonorreia incluem:

  • Coloração de Gram do colo do útero em mulheres;
  • Coloração de Gram do corrimento uretral em homens;
  • Coloração de Gram dos fluidos em geral, dependendo da região acometida, a exemplo do líquido articular.

O profissional responsável por esse diagnóstico é o clínico geral, infectologista, ginecologista ou urologista.

Como se prevenir da gonorréia?
Para se previnir, use preservativos em todas as relações sexuais, seja ela vaginal, anal ou oral. Limite o número de parceiros ou parceiras e evite ter relações sexuais com pessoas diagnosticadas com gonorreia até que estejam completamente tratadas.

Além disso, é importante que as gestantes façam um acompanhamento pré-natal adequado para que as IST possam ser identificadas e os riscos de transmitir infecções, como a gonorreia, para o bebê diminuam.

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